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quarta-feira, 24 de junho de 2015

CRISTIANO ARAÚJO E A PERDIÇÃO ETERNA


"Jovem, alegra-te na tua mocidade! Sê feliz o teu coração nos dias da tua juventude. Segue os caminhos que o teu coração indicar e todos os desejos dos teus olhos; saibas, contudo, que tudo quanto fizeres passará pelo julgamento de Deus. Sendo assim, afasta do teu coração o desgosto e a ansiedade, e pare de fazer teu corpo sofrer, pois a juventude e o vigor da mocidade passam muito rápido." Eclesiastes 11:9,10

Antes que percebam algo estranho e pensem ser um erro gráfico, lhes informo que a estrela e a cruz estão invertidas propositalmente.

Isso se deve ao simples fato de que pessoas que não seguem a Cristo são contra o cristianismo, pois o próprio Cristo disse: "Quem comigo não ajunta, espalha" (Lc 11:23). Então, os símbolos correspondentes são incoerentes com uma pessoa que destrói (neste caso, destruía) os princípios cristãos, influenciando jovens a se perderem no caminho da libertinagem e perversão sexual.

Mas tudo neste mundo é passageiro, principalmente seus habitantes. Nossa única esperança, tanto para justos quanto para injustos é um dia renascer na manhã da ressurreição, ou para a vida, ou para a morte eterna.

"Porque Toda a carne é como a erva, E toda a glória do homem como a flor da erva. Secou-se a erva, e caiu a sua flor; mas a palavra do SENHOR permanece para sempre. E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada". 1 Pd 1:24,25

Infelizmente Satanás ludibriou sua mente com dinheiro, fama e mulheres, deixando seus ouvidos moucos aos apelos do Santo Espírito (Hb 3:7). É lamentável sua prematura morte, bem como de sua namorada, mas é perigoso manter-se no caminho do maior inimigo de nossas almas.

Fico imaginando quantas pessoas devem ter lhe aconselhado para sair do caminho largo, para seguir pelo caminho estreito (Mt 7:13,14), mas o caminho da vida e salvação eterna. Mas agora é tarde para lamentar. A vida é tratada como um simples jogo de vídeo-game, que se tem várias vidas para perder até concluir todas as fases. Satanás tem sido bem sucedido em deixar amortecidas as faculdades racionais de grande parte da humanidade caída.

Mas então. Alguns devem ter tido a curiosidade de saber por que Cristiano Araújo e sua namorada já viram a Cidade Santa descendo dos Céus (Ap. 21:2). Simples. Por que, após a morte os homens não sabem coisa alguma que se passa neste mundo; é como um sono (Ec 9:6; Jo 11:13). Os que fizeram o bem ressuscitarão na segunda vinda de Cristo a este mundo, para resgatar os remidos e manter o bode azazel (Satanás) preso, dando início ao milênio (Lv 16:10; Ap 20:1-6). Ele retornará uma terceira vez, mas para estabelecer para sempre Seu reino de glória, pondo os fundamentos da Nova Jerusalém, a Santa Cidade, sobre este planeta.

Quem ressuscitar no segundo advento de Cristo a este mundo estará salvo. Mas quem ressuscitar após o milênio, para sua infelicidade, dos cristãos que oraram e trabalharam pela sua restauração, de todos os anjos que trabalharam para resgatá-los, e do próprio Deus, o autor e consumador de nossa fé e da redenção, eles retornarão apenas para morrerem para sempre, não restando sequer lembrança deles (Sl 34:16). 

Sendo assim, como o tempo é irrelevante para aqueles que morreram, já que faz parte da realidade dos vivos, Cristiano Araújo e sua namorada Allana Coelho foram transportados para a época que acordarão de seu profundo sono, quando o tempo volta a ter relevância.

Daí lhe pergunto. Vale a pena realmente perder tempo com as futilidades, prazeres deste mundo? Tenho certezas que naquele Dia os perdidos não verão qualquer vantagem em toda vaidade que fizeram debaixo do sol.

Depois de tudo isso que foi dito, com certeza vocês perceberam que não houve qualquer margem para a mentira da imortalidade da alma, proclamada por Satanás desde o primeiro engano aos nossos pais no Éden feliz (Gn 3:4). O que se dirá muito nesse período da morte desse cantor é que ele está num lugar melhor, com Deus. Mas a realidade é que nenhum pecador não justificado pode permanecer de pé diante de um Deus santo, pois Ele é fogo consumidor, e o pecado é o combustível (Is 33:14). Quem manter consigo qualquer vestígio desse inflamável, com certeza não subsistirá no dia do juízo. Mas, mesmo que fosse justo ainda não estaria, pois Deus nunca disse que os homens estão com Ele no paraíso, em parte alguma das Sagradas Escrituras. Muito pelo contrário.

"Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, mas a sua memória fica entregue ao esquecimento." Eclesiastes 9:5

"E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação." João 5:29

Sigamos o conselho bíblico - "Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios" (Sl 90:2).

Que este ocorrido possa abrir os olhos daqueles que ainda não perceberam o quão breve são os nossos dias, e ignoram o tempo de graça que ainda lhes resta para formarem um caráter "santo e irrepreensível" (1 Ts 5:23).

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COMENTÁRIOS DA LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA - LIÇÃO 13 - 24 de Junho


"Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o SENHOR, para glória de Deus Pai." Filipenses 2:10,11

A ressurreição é fato, não mito. Todos os deuses dos homens estão dormindo no pó, mas o corpo de nosso Deus, o Senhor Jesus não foi encontrado e jamais será, pois Ele vive.

Todos nós que cremos devemos demonstrar essa crença, cumprindo a obra que Ele nos confiou, com todo o nosso viver.

Quarta, 23 de Junho


"Pedro aqui mostra que Davi não podia estar falando em referência própria, mas, definidamente de Jesus Cristo. Davi morreu a morte natural como outros homens; sua sepultura, com o venerável pó que continha, tinha sido preservada com grande cuidado até aquele tempo. Davi, como rei de Israel, e também como profeta, tinha sido especialmente honrado por Deus. Em profética visão foi-lhe mostrada a vida futura e o ministério de Cristo. Viu Sua rejeição, julgamento, crucifixão, sepultamento, ressurreição e ascensão. 

Davi testificou que a alma de Cristo não seria deixada no inferno (a sepultura), nem Sua carne veria corrupção. Pedro mostrou o cumprimento desta profecia em Jesus de Nazaré. Deus efetivamente O havia ressuscitado do sepulcro antes que Seu corpo visse corrupção. E agora era o Ser exaltado no Céu dos céus.

Nesta memorável ocasião grande número dos que até aqui ridicularizaram a idéia de pessoa tão despretensiosa como Jesus ser o Filho de Deus, tornaram-se completamente convencidos da verdade e reconheceram-nO como seu Salvador. Três mil almas foram acrescentadas à igreja. Os apóstolos falavam pelo poder do Espírito Santo; e suas palavras não podiam ser controvertidas, pois eram confirmadas por poderosos milagres, operados por eles mediante o derramamento do Espírito de Deus. Os próprios discípulos estavam atônitos ante o resultado desta visitação, e com a rápida e abundante colheita de almas. Todo o povo estava cheio de assombro. Aqueles que não abandonavam o preconceito e fanatismo estavam tão intimidados que não ousaram nem pela voz nem pela violência tentar deter esse poderoso trabalho, e, por este tempo, sua oposição cessou.

Somente os argumentos dos apóstolos, embora claros e convincentes, não teriam removido o preconceito dos judeus, que resistira a tantas evidências. Mas o Espírito Santo enviou tais argumentos com divino poder a seus corações. Eles eram como afiadas setas do Todo-poderoso, convencendo-os de sua terrível culpa em haverem rejeitado e crucificado o Senhor da glória. 'Ouvindo eles estas coisas, compungiu-se-lhes o coração e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, irmãos? Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo'."

História da Redenção, p. 244-246

"A grande obra do evangelho não deverá encerrar-se com menor manifestação do poder de Deus do que a que assinalou o seu início. As profecias que se cumpriram no derramamento da chuva temporã no início do evangelho, devem novamente cumprir-se na chuva serôdia, no final do mesmo. Eis aí 'os tempos do refrigério' que o apóstolo Pedro esperava quando disse: 'Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor, e envie Ele a Jesus Cristo.' Atos 3:19, 20. 

Servos de Deus, com o rosto iluminado e a resplandecer de santa consagração, apressar-se-ão de um lugar para outro para proclamar a mensagem do Céu. Por milhares de vozes em toda a extensão da Terra, será dada a advertência. Operar-se-ão prodígios, os doentes serão curados, e sinais e maravilhas seguirão aos crentes. Satanás também opera com prodígios de mentira, fazendo mesmo descer fogo do céu, à vista dos homens. Apocalipse 13:13. Assim os habitantes da Terra serão levados a decidir-se.

A mensagem há de ser levada não tanto por argumentos como pela convicção profunda do Espírito de Deus. Os argumentos foram apresentados. A semente foi semeada e agora brotará e frutificará. As publicações distribuídas pelos missionários têm exercido sua influência; todavia, muitos que ficaram impressionados, foram impedidos de compreender completamente a verdade, ou de lhe prestar obediência. Agora os raios de luz penetram por toda parte, a verdade é vista em sua clareza, e os leais filhos de Deus cortam os liames que os têm retido. Laços de família, relações na igreja, são impotentes para os deter agora. A verdade é mais preciosa do que tudo mais. Apesar das forças arregimentadas contra a verdade, grande número se coloca ao lado do Senhor".

O Grande Conflito, p. 611, 612

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domingo, 21 de junho de 2015

COMENTÁRIOS DA LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA - LIÇÃO 13 - 21 de Junho


Se Cristo, o Filho de Deus que nunca pecou necessitou de oração, com súplicas e lágrimas, quanto mais nós, que já caímos em pecado.

"O qual, nos dias da Sua carne, oferecendo, com grande clamor e lágrimas, orações e súplicas ao que o podia livrar da morte, foi ouvido quanto ao que temia. Ainda que era Filho, aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu. E, sendo Ele consumado, veio a ser a causa da eterna salvação para todos os que Lhe obedecem". Hebreus 5:7-9

Vamos à lição de hoje.

Domingo, 21 de Junho

"Cristo é nosso Redentor. É o Verbo que Se fez carne e habitou entre nós. É a fonte em que podemos ser lavados de toda impureza. É o custoso sacrifício dado pela reconciliação do homem. O universo celeste, os mundos não caídos, o mundo caído e a confederação do mal, não podem dizer que Deus poderia fazer mais pela salvação do homem do que fez. Jamais poderá Seu dom ser ultrapassado, jamais poderá Ele manifestar maior profundidade de amor. O Calvário representa o remate de Sua obra. Cabe ao homem corresponder a Seu grande amor, tomando posse da grande salvação, que a bênção do Senhor tornou possível ao homem obter". Para Conhecê-Lo [MM 1965], p. 69

"Quando Jesus Se preparava para alguma grande prova ou para alguma obra importante, afastava-Se para a solidão dos montes, e passava a noite orando a Seu Pai. Uma noite de oração precedeu a consagração dos apóstolos e o sermão da montanha, a transfiguração, a agonia da sala do juízo e da cruz, e a glória da ressurreição.

Nós também temos de ter um tempo para a meditação e oração, e para receber conforto espiritual. Não apreciamos como devíamos o poder e eficácia da oração. A oração e a fé farão o que nenhum poder da Terra conseguirá realizar. Raramente somos colocados duas vezes nas mesmas circunstâncias sob todos os pontos de vista. Experimentamos continuamente novas cenas e novas provas, onde a experiência passada não pode ser um guia suficiente. Temos de ter a luz perene que vem de Deus.

Cristo envia sempre mensagens aos que estão atentos à Sua voz. Na noite da agonia, no Getsêmani, os discípulos adormecidos não ouviram a voz de Jesus. Tinham um sentimento obscuro da presença dos anjos, mas não se deram conta do poder e glória da cena. Devido ao seu torpor e sonolência, não receberam a evidência que lhes teria fortalecido a alma para as terríveis cenas que ocorreriam. Hoje, da mesma sorte, os que têm mais necessidade da instrução divina não a recebem, muitas vezes, porque não se põem em comunhão com o Céu". A Ciência do Bom Viver, p. 509

"Deus respondeu, nem sempre de acordo com sua expectativa, mas para seu bem, às orações que você fez em sua solidão, fadiga e provação. Você não tinha opiniões claras e corretas de seus irmãos, nem se via numa luz correta. Mas, na providência de Deus, Ele atuava para responder às orações que você fez em sua aflição, de modo a salvá-lo e glorificar o nome dEle. Em sua ignorância de si mesmo, pediu coisas que não eram as melhores para você. Deus ouviu-lhe as orações sinceras, mas a bênção concedida foi muito diferente de suas expectativas. Deus quis, em Sua providência, colocá-lo mais diretamente em ligação com Sua igreja, para que sua confiança fosse menos em si mesmo e maior em outros a quem Ele está dirigindo para promover Sua obra. 

Deus ouve toda oração sincera. Ele o poria em ligação com Sua obra a fim de poder levá-lo mais diretamente à luz. A menos que cerrasse sua vista contra a evidência e a luz, você se persuadiria de que, se fosse mais desconfiado de si mesmo e menos desconfiado de seus irmãos, seria mais próspero em Deus. É Deus quem o levou a situações difíceis. Ele tinha um propósito nisso, 'sabendo que a tribulação produz a paciência; e a paciência, a experiência; e a experiência, a esperança'. Romanos 5:3, 4. Permitiu que provas lhe sobreviessem a fim de por elas você poder experimentar os frutos pacíficos da justiça.

Pedro negou o Homem de Dores ao Se familiarizar Ele com a dor na hora de Sua humilhação. Mas depois se arrependeu e foi convertido de novo. Ele teve verdadeira contrição de espírito e se rendeu de novo a seu Salvador. Com lágrimas que o cegavam, abre caminho para a solidão do Jardim de Getsêmani e lá se prostra onde vira seu Salvador prostrado quando o suor de sangue vertia de Seus poros por causa de Sua grande agonia. Pedro se lembra com remorso que ele dormia quando Jesus orava durante aquelas horas horríveis. Seu coração orgulhoso parte-se, e lágrimas penitenciais molham o solo recentemente manchado com as gotas de suor sangrento do querido Filho de Deus. Um homem convertido deixou o jardim. Estava pronto então para condoer-se dos que são tentados. Ele foi humilhado e podia simpatizar-se com os fracos e com os que erram. Podia prevenir e advertir os presunçosos, e estava perfeitamente qualificado para fortalecer seus irmãos". Testemunhos para a Igreja, v. 3, 415, 416

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sábado, 20 de junho de 2015

COMENTÁRIOS DA LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA - LIÇÃO 13 - 20 a 26 de Junho


Retornando aos Comentários da Lição da Escola Sabatina, diretamente inspirados pelo Espírito Santo de Deus, o Autor das Escrituras.

Desculpem a demora. No feriado de Corpus Christi fui a uma chácara de um irmão espairecer com minha esposa e amigos, levei a minha Lição, a utilizei e acabei deixando por lá. Mas foi por uma boa causa. Deus abençoou esse imprevisto. O dono da chácara, depois de estudar os comentários se interessou em adquirir.

Então, de qualquer forma, vamos aos últimos comentários da última lição deste trimestre.

Sábado, 20 de Junho

'Esmagados pelo desapontamento, angústia e desespero, os discípulos se reuniram no cenáculo e fecharam as portas, temendo que seu destino fosse igual ao do seu bem-amado Mestre. Foi nesse recinto que o Salvador, depois da ressurreição, lhes apareceu.

Por quarenta dias, permaneceu Cristo na Terra, preparando os discípulos para a obra que deviam fazer, e explanando o que até então eles tinham sido incapazes de compreender. Falou-lhes das profecias concernentes a Seu advento, Sua rejeição pelos judeus e Sua morte, mostrando que cada especificação dessas profecias tinha sido cumprida. Falou-lhes também que deviam considerar o cumprimento dessas profecias como garantia do poder que haveria de assisti-los nas suas futuras atividades. 'Então abriu-lhes o entendimento para compreenderem as Escrituras. E disse-lhes: Assim está escrito, e assim convinha que o Cristo padecesse, e ao terceiro dia ressuscitasse dos mortos; e em Seu nome se pregasse o arrependimento e a remissão dos pecados, em todas as nações, começando por Jerusalém' E Ele acrescentou: 'E destas coisas sois vós testemunhas'. Lucas 24:45-48.

Durante esses dias que Cristo passou com os discípulos, eles adquiriram nova experiência. Ao ouvirem o querido Mestre explicar-lhes as Escrituras à luz de tudo quanto acontecera, sua fé foi inteiramente firmada nEle. Chegaram ao ponto de poder declarar: 'Eu sei em quem tenho crido'. 2 Timóteo 1:12. Começaram a compreender a natureza e extensão de sua obra e a reconhecer que deviam proclamar ao mundo as verdades a eles confiadas. Os acontecimentos da vida de Cristo, Sua morte e ressurreição, as profecias que apontavam para esses acontecimentos, os mistérios do plano da salvação, o poder de Jesus para remissão de pecados — de todas essas coisas haviam eles sido testemunhas e deviam torná-las conhecidas ao mundo. Deviam proclamar o evangelho de paz e salvação mediante o arrependimento e o poder do Salvador. 

Atos dos Apóstolos, p. 26, 27

"Com provas tiradas da profecia, deu Cristo aos discípulos uma idéia correta do que Ele devia ser na humanidade. A expectativa deles, de um Messias que devia tomar Seu trono e o régio poder segundo os desejos dos homens, os desorientara. Isso interferia com a devida apreensão de Sua descida da mais elevada à mais baixa posição que se podia ocupar. Cristo desejava que as idéias de Seus discípulos fossem puras e verdadeiras em todos os sentidos. Deviam compreender, tanto quanto possível, o que se relacionava com o cálice de sofrimento que Lhe fora aquinhoado. Mostrou-lhes que o tremendo conflito que ainda não podiam compreender, era o cumprimento do concerto feito antes de serem postos os fundamentos do mundo. Cristo devia morrer, como deve morrer todo transgressor da lei, se continuar em pecado. Tudo isso devia ocorrer, mas não devia terminar em derrota, e sim numa gloriosa e eterna vitória. Jesus lhes disse que cumpria fazer todo esforço para salvar o mundo do pecado. Seus seguidores deviam viver como Ele viveu, e trabalhar como Ele trabalhou, com intenso, perseverante esforço". O Desejado de Todas as Nações, p. 799

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