segunda-feira, 14 de agosto de 2017

EDIFICAR SOBRE O FUNDAMENTO


Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo Ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular. Efés. 2:20.

Que ninguém empreenda a obra de demolir os fundamentos da verdade que fizeram de nós o que somos. Deus guiou Seu povo para a frente, passo a passo, embora houvesse armadilhas do erro por todos os lados. Sob a maravilhosa orientação de um claro "Assim diz o Senhor", foi estabelecida uma verdade que tem resistido à prova. Quando surgem homens procurando atrair discípulos após si, enfrentai-os com as verdades como que provadas pelo fogo.

"Ao anjo da igreja em Sardes escreve: Estas coisas diz Aquele que tem os sete espíritos de Deus e as sete estrelas: Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives e estás morto. Sê vigilante e consolida o resto que estava para morrer, porque não tenho achado íntegras as tuas obras na presença do meu Deus. Lembra-te, pois, de como tens recebido e ouvido, guarda-o e arrepende-te. Porquanto, se não vigiares, virei como ladrão, e não conhecerás de modo algum em que hora virei contra ti." Apoc. 3:1-3.

Aqueles que procuram remover os velhos marcos, não estão retendo firmemente; eles não estão se lembrando de como receberam e ouviram. Os que tentam introduzir teorias que removeriam os pilares de nossa fé quanto ao santuário ou quanto à personalidade de Deus ou de Cristo, estão agindo como cegos. Estão procurando introduzir incertezas e deixar o povo de Deus à mercê das ondas, sem uma âncora.

Os que afirmam estar identificados com a mensagem que Deus nos deu devem ter aguçada e clara percepção espiritual, para poderem distinguir a verdade do erro. A palavra proferida pela mensageira de Deus é: "Despertai os vigias!" Se os homens discernirem o espírito das mensagens dadas e se esforçarem por descobrir de que fonte elas provêm, o Senhor Deus de Israel os guardará de serem desencaminhados.

Ellen G. White, E Recebereis Poder, MM 1999, 14 de Agosto 

Notas de André Areia Santos

Atualmente a fé Adventista do Sétimo Dia está sendo bombardeada por falsas teorias contrárias as que nossos pioneiros, embasados na Palavra, edificaram. Sobre o pretexto de que a verdade é progressiva, doutrinas de demônios têm adentrado as portas de nossa amada igreja, e ganhado terreno. Doutrinas claras com relação à música, representações teatrais, regime alimentar, natureza humana de Cristo, vitória sobre o pecado, fechamento da porta da graça, divindade, têm sido uma a uma atacada por falsos pastores e líderes, enquanto verdadeiros Adventistas estão sendo humilhados, expulsos, disciplinados por viver a fé que uma vez foi entregue aos santos. Mas não desanimemos. Lutemos com bravura contra as falácias desses impostores, sempre com um claro "Assim diz o Senhor", e não um "assim diz o pastor".

sábado, 12 de agosto de 2017

COMENTÁRIOS DE ELLEN WHITE SOBRE A LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA 2017 - LIÇÃO 8 - 12 A 19 DE AGOSTO

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Sábado à tarde, 12 de Agosto
Maravilhoso amor, que Deus, o Deus infinito, tornou nosso o privilégio de nos aproximarmos dEle ao dirigir-nos a Ele pelo carinhoso nome de “Pai”! Nenhum pai terrestre poderia suplicar com mais insistência diante de seu filho errante, do que Aquele que nos fez, suplica diante do transgressor. Nenhum interesse humano jamais apresentou diante do impenitente tão ternos convites (Conduta Sexual, p. 196).

“Herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo” (Romanos 8:17) — que posição honrosa, exaltada! Separados e distintos do mundo, a salvo dos astutos laços de Satanás! Por seus votos batismais, os professos seguidores de Deus se comprometeram a estar em oposição ao mal. O inimigo das pessoas trabalhará com toda a astúcia a fim de corromper o espírito deles. Procurará introduzir seus próprios métodos no serviço deles para o Mestre. Há, porém, segurança para eles caso Lhe deem ouvidos à recomendação: “Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do Seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo”. Efésios 6:10, 11 (Manuscrito 57, 1907).

Que maior honra podemos desejar do que ser chamados filhos de Deus? Que maior posição poderíamos ocupar, que maior herança poderíamos encontrar, do que o que é concedido aos que são herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo? (Filhos e Filhas de Deus, [MD 2005], p. 15).

Maravilhoso amor este, que levou Deus, o Deus infinito, a facultar a prerrogativa de aproximar-nos dEle dando-Lhe o nome de Pai! Nenhum pai ou mãe poderia instar mais fervorosamente com um filho errante, do que Aquele que nos criou, o faz com o transgressor. Nunca uma criatura humana, por mais interessada e amável, seguiu o impenitente com convites tão ternos. ...

Sua palavra acha-se empenhada. Fugirão as montanhas, e as colinas serão removidas; mas a Sua bondade não se desviará de Seu povo, nem se removerá o concerto de Sua paz. Ouve-se-Lhe a voz: “Com amor eterno te amei.” Jeremias 31:3. “Com benignidade eterna Me compadecerei de ti.” Isaías 54:8. Quão maravilhoso é esse amor: condescender Deus em remover toda causa de dúvida proveniente dos temores e fraquezas humanos, e tomar a trêmula mão que Lhe é estendida com fé! E Ele nos ajuda a nEle confiar, mediante múltiplas promessas e afirmações (Para Conhecê-Lo, [MM 1965], p. 262).

Todo o amor paternal que veio de geração em geração através do coração humano e toda fonte de ternura que se abriu na alma do homem não passam de tênue riacho em comparação com o ilimitado oceano, quando postos ao lado do infinito, inesgotável amor de Deus. A língua não o pode exprimir, nem a pena é capaz de o descrever. Pode-se meditar nele todos os dias de nossa vida; pode-se esquadrinhar diligentemente as Escrituras a fim de compreendê-lo; pode-se reunir toda faculdade e poder a nós concedidos por Deus, no esforço de compreender o amor e a compaixão do Pai celeste; e todavia existe ainda um infinito para além (Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 740).

Notas de Jonath Soares da Silva

Parágrafo 1- O amor do Deus eterno é tão grandioso que Ele é quem toma a iniciativa de ir ao encontro da raça caída.
 
Parágrafo 2- A honra de termos a chance de sermos co-herdeiros de Cristo é infinita. Esta honra nos promete livramento dos laços do inimigo. Os votos que fazemos no momento do batismo são para a eternidade, e nos colocam num degrau de importância maravilhoso, permitindo que tenhamos o poder necessário para vencer os ardis do diabo. Cristo é nossa armadura, e com Ele venceremos.
 
Parágrafo 5- "Yahweh apareceu a Israel, assegurando: Com amor eterno te amei; com amor leal te atraí para mim mesmo!", Jeremias 31:3; "Por um breve momento Eu te abandonei, mas com profunda compaixão Eu te farei retornar. Num impulso de indignação escondi de ti o meu rosto, mas logo me compadeci de ti, levado por um amor que jamais se extinguirá! Declara Yahweh, o teu Redentor", Isaías 54:7 e 8.
 
Parágrafo 6- Interessante que nem toda a capacidade concedida aos homens pode esquadrinhar o amor eterno que Deus tem por nós. A eternidade nos concederá tempo suficiente para estudar e sentir este amor, e ainda assim não esgotaremos este vasto e infindável assunto.


Domingo, 13 de Agosto: Nossa condição em Cristo (Gálatas 3:26-29)

“Pelo que saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e Eu vos receberei; e Eu serei para vós Pai, e vós sereis para Mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-poderoso.” 2 Coríntios 6:17, 18. Que promessa! Ela é a garantia de que vocês se tornarão membros da família real, herdeiros do reino celeste. Se uma pessoa é honrada por qualquer dos governantes da Terra ou está ligada a eles, como lemos costumeiramente nos jornais diários, incita a inveja dos que se julgam menos afortunados. Mas aqui está Alguém que é o Rei dos reis, o Soberano do Universo, o Autor de tudo o que é bom, e Ele nos diz: Eu farei de vocês Meus filhos e filhas, e os unirei a Mim; vocês se tornarão membros da família real e filhos do celeste Rei. (Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p. 592)

O preço pago por nossa redenção, o infinito sacrifício de nosso Pai celestial em entregar Seu Filho para morrer por nós, deveria inspirar-nos ideias elevadas sobre o que nos podemos tornar por meio de Cristo. Quando o inspirado apóstolo João contemplou a altura, a profundidade e a amplidão do amor do Pai para com a raça perdida, foi possuído de um espírito de adoração e reverência; e, não podendo encontrar linguagem apropriada para exprimir a grandeza e ternura desse amor, chamou para ele a atenção do mundo. “Vede quão grande amor nos tem concedido o Pai: que fôssemos chamados filhos de Deus.” 1 João 3:1. Em que grande valor é tido o homem! Pela transgressão tornam-se os filhos dos homens sujeitos a Satanás. Pela fé no sacrifício expiatório de Cristo, os filhos de Adão podem voltar a ser filhos de Deus. Assumindo a natureza humana, Cristo elevou a humanidade. Os homens caídos são colocados na posição em que, mediante a conexão com Cristo, podem na verdade tornar-se dignos do nome de “filhos de Deus”.

Tal amor é incomparável. Filhos do celeste Rei! Preciosa promessa! Tema para a mais profunda meditação! O inigualável amor de Deus por um mundo que O não amou! Este pensamento exerce um poder subjugante sobre a alma e leva cativo o entendimento à vontade de Deus. Quanto mais estudarmos o caráter divino à luz que vem da cruz, tanto mais veremos a misericórdia, a ternura e o perdão aliados à equidade e à justiça, e tanto mais claro discerniremos as inumeráveis provas de um amor que é infinito, e de uma terna compaixão que sobrepuja o amor anelante de uma mãe para com o filho extraviado. (Caminho a Cristo, p. 15)

Simboliza o batismo soleníssima renúncia ao mundo. Os que ao iniciar a carreira cristã são batizados em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo, declaram publicamente que renunciaram ao serviço de Satanás, e se tornaram membros da família real, filhos do Rei celestial. Obedeceram ao preceito que diz: “Saí do meio deles, e apartai-vos... e não toqueis nada imundo.” Cumpriu-se em relação a eles a promessa divina: “E Eu vos receberei; e Eu serei para vós Pai e vós sereis para Mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-poderoso.” 2 Coríntios 6:17, 18. (Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 91)
Notas de Jonath Soares da Silva

Parágrafo 1- É interessante que temos a chance de sermos chamados filhos e filhas de Deus, estando ligados ao Soberano do Universo inteiro! Porém, antes de tudo, esta maravilhosa promessa vem com uma exigência: "saiam do meio deles e não toquem em nada impuro". Esta passagem está em conformidade com Salmo 1:1 - "Abençoado com felicidade é o homem que não segue o conselho dos ímpios, não se deixa influenciar pela conduta dos pecadores, nem se assenta na reunião dos zombadores". Aqui podemos ver a exigência da atitude humana para que a divina tenha onde agir.

Parágrafo 2- Contemplar a altura, profundidade e amplidão do amor de Deus levou o apóstolo a conseguir exprimir uma pequena frase com um significado infindável. Ser chamados 'filhos de Deus' é alto privilégio! O texto diz que nós ficamos sujeitos à Satanás através da nossa transgressão. Também diz que a fé no sacrifício de Cristo nos habilita a "voltarmos" a ser filhos de Deus. Para voltar a ser algo é preciso ter deixado de ser. Gênesis 6 fala dos filhos de Deus e filhas dos homens; 1 João 3:10 menciona uma característica dos filhos do diabo; e em Mateus 7:23 Jesus fala para os que praticam a iniquidade se afastarem dEle. Isaías 59:2 diz que nosso pecado nos separa de Deus. Assim, podemos concluir que é necessário contemplar a Cristo e permitir que Sua graça encha nosso ser para que sejamos cheios do poder do Espírito Santo, que nos habilitará a vencer os dardos inflamados de Satanás e o mal que ele nos influencia a praticar, para que, ao vencer (Apocalipse 3:21) nos tornemos filhos e filhas de Deus.

Parágrafo 4- Jesus disse que quem com Ele não ajunta, espalha (Lucas 11:23). Ao momento da solenidade batismal, o converso está entregando-se ao serviço de Deus, e abandonando o lado do inimigo, tornando-se parte da família real do céu. Somos então aceitos pelo Pai através dos méritos de Cristo.


Segunda, 14 de Agosto: Escravizados aos princípios elementares

Devemos ir a Deus em fé e derramar nossas súplicas diante dEle, crendo que Ele atuará em nosso favor e em favor daqueles a quem buscamos salvar. Devemos devotar mais tempo à oração fervorosa. Com a confiante fé de uma criancinha, devemos ir ao nosso Pai celestial, contando a Ele todas as necessidades. Ele está sempre pronto a perdoar e a ajudar. É inesgotável o suprimento da sabedoria divina, e o Senhor nos encoraja a nos servirmos abundantemente dele. O anseio que devemos ter pelas bênçãos divinas é descrito nas palavras: “Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por Ti, ó Deus, suspira a minha alma” (Salmo 42:1). Precisamos de mais profunda fome de alma pelos ricos dons que o Céu tem a conceder. Devemos ter fome e sede de justiça.
Quem dera tivéssemos um desejo profundo de conhecer a Deus de maneira experimental, de entrar na sala de audiência do Altíssimo, estendendo a mão da fé e lançando nossa alma desajudada sobre Aquele que é poderoso para salvar! Sua graça é melhor do que a vida (CBASD, v. 3, p. 1299).

A graça divina nos recém-conversos é progressiva. É uma graça crescente, que é recebida, não para ser oculta sob o alqueire, mas comunicada para que outros sejam beneficiados. Aquele que está verdadeiramente convertido trabalhará para salvar outros que se encontram em trevas. Uma alma realmente convertida esforçar-se-á com fé para converter outra e ainda outra. Os que isto fazem são instrumentos de Deus, Seus filhos e filhas. Fazem parte de Sua grande firma, e a obra deles é ajudar a reparar a brecha feita por Satanás e seus instrumentos na lei de Deus pisando o sábado verdadeiro, e pondo em seu lugar um falso dia de descanso. Carta 29, 1900. (Evangelismo, p. 355)

Se fosse possível aos seres criados alcançarem plena compreensão de Deus e Suas obras, então, tendo alcançado esse ponto, não haveria para eles novas descobertas de verdade, nem crescimento em sabedoria, nem outro desenvolvimento do espírito e do coração. Deus não mais seria supremo; e os homens, tendo atingido os limites do conhecimento e das realizações, deixariam de avançar. Demos graças a Deus por assim não ser. Deus é infinito; nEle “estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência”. Colossenses 2:3. E por toda a eternidade os homens poderão pesquisar sempre, sempre aprendendo, e, no entanto jamais esgotarão os tesouros de Sua sabedoria, Sua bondade e Seu poder. (Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 703)
 
Notas de Jonath Soares da Silva 

Parágrafo 1- "Bem aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos". Quando suplicarmos como Jacó suplicou ao Anjo e foi bem sucedido, aí obteremos torrentes de poder vindas do Alto. Que façamos da oração uma necessidade diária, pois ela é o respirar da alma. "Perseverai na oração, vigiando com ações de graças", Colossenses 4:2.


Parágrafo 3- A luz é progressiva, e nós vivemos num tempo em que ela nos foi dada a tal nível que ninguém será tido por inocente no grande Dia do Senhor. É preciso fazer uso desta luz, confiando que o Espírito Santo será nosso guia. É interessante a menção à adoração quando o sábado é mencionado. Dos mandamentos este é o mais pisado, e é justamente o que completa o ciclo perfeito da Lei e da adoração dos fiéis súditos do Rei. Que reparemos as brechas feitas pelo diabo à Lei de Deus, e que mostremos ao mundo como devemos adorar ao Senhor neste dia especial, reservado aos Seus filhos e filhas.

Parágrafo 4- "Porquanto a sabedoria deste mundo é loucura aos olhos de Deus. Pois está escrito: Ele apanha os sábios nas próprias artimanhas deles", 1 Coríntios 3:19.


Terça, 15 de agosto: "Deus enviou Seu Filho" (Gl 4:4)

"Vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou Seu Filho." A Providência havia dirigido os movimentos das nações, e a onda do impulso e influência humanos, até que o mundo se achasse maduro para a vinda do Libertador. As nações estavam unidas sob o mesmo governo. Falava-se vastamente uma língua, a qual era por toda parte reconhecida como a língua da literatura. De todas as terras os judeus da dispersão reuniam-se em Jerusalém para as festas anuais. Ao voltarem para os lugares de sua peregrinação, podiam espalhar por todo o mundo as novas da vinda do Messias.
Por essa época, os sistemas pagãos iam perdendo o domínio sobre o povo. Os homens estavam cansados de aparências e fábulas. Ansiavam uma religião capaz de satisfazer a alma. Conquanto a luz da verdade parecesse afastada dos homens, havia almas ansiosas de luz, cheias de perplexidade e dor. Tinham sede do conhecimento do Deus vivo, da certeza de uma vida para além da morte (O Desejado de Todas as Nações, p. 32).

Assim, nos divinos conselhos fora determinada a hora da vinda de Cristo. Quando o grande relógio do tempo indicou aquela hora, Jesus nasceu em Belém. "Vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou Seu Filho." A Providência havia dirigido os movimentos das nações, e a onda do impulso e influência humanos, até que o mundo se achasse maduro para a vinda do Libertador. ...

Satanás rejubilava por haver conseguido rebaixar a imagem de Deus na humanidade. Então veio Cristo, a fim de restaurar no homem a imagem de seu Criador. Ninguém, senão Cristo, pode remodelar o caráter arruinado pelo pecado. Veio para expelir os demônios que haviam dominado a vontade. Veio para nos erguer do pó, reformar o caráter manchado, segundo o modelo de Seu divino caráter, embelezando-o com Sua própria glória (A Maravilhosa Graça de Deus, [MM 1974], p. 9).

Devido a nossa culpa, Cristo poderia ter-Se retirado para longe de nós. Mas em vez de afastar-Se para longe, Ele veio e habitou entre nós, cheio de toda plenitude da Divindade para ser um conosco a fim de que, mediante Sua graça, pudéssemos alcançar a perfeição. Por uma morte de vergonha e sofrimento, Ele pagou o resgate do homem. Que amor altruísta é este! Ele veio da mais elevada excelência, Sua divindade revestida com a humanidade, descendo degrau por degrau às profundezas da humilhação. Nada pode medir a profundidade desse amor.
Cristo nos revelou o quanto Deus pode amar e nosso Redentor sofrer para assegurar nossa completa restauração. Ele deseja que Seus filhos revelem Seu caráter, exerçam Sua influência, para que outras mentes possam ser atraídas à harmonia com Sua mente.
Cristo, nosso Salvador, em quem habita absoluta perfeição, tornou-Se pecado para a raça caída. Ele não conhecia o pecado pela experiência de pecar, mas suportou o terrível peso da culpa do mundo inteiro. Tornou-Se nossa propíciação para que todos que O recebam possam tornar-Se filhos de Deus. A cruz foi erguida para salvar o homem. Cristo erguido sobre a cruz foi o meio planejado no Céu para despertar no pecador arrependido um senso da malignidade do pecado. Pela cruz, Cristo buscou atrair todos a Si mesmo. Ele morreu como a única esperança de salvar aqueles que, devido ao pecado, estavam no fel da amargura. Mediante a atuação do Espírito Santo, um novo princípio de poder mental e espiritual deveria ser trazido ao homem que, mediante associação com a divindade, deveria tornar-Se um com Deus (Olhando Para o Alto, [MM 1983], p. 185).


Notas de André Areia Santos

Parágrafo 4- Quando se trata de transformação de caráter aqui não fala sobre um futuro distante, ou define o momento como sendo o retorno de Cristo [I Tessalonicenses 5:23].


Parágrafo 5- Aqui fica claro que a perfeição é algo real na vida do cristão, pois esse foi um dos motivos por que Cristo veio. Ele Se rebaixou, tornando-se homem, com nossa própria natureza pecaminosa. Vale lembrar que natureza pecaminosa não é o mesmo que pecar. Um bebê tem natureza pecaminosa, mas segundo Cristo ela ainda não é uma pecadora enquanto não conhece o pecado [João 9:41; Tiago 4:17].


Quarta, 16 de agosto: Os privilégios da adoção (Gl 4:5-7)

Requer-se dos seguidores de Cristo que se separem do mundo e não toquem em nada impuro, e têm a promessa de serem filhos e filhas do Altíssimo, membros da família real. Mas se as condições não são atendidas, não alcançarão, não podem alcançar o cumprimento da promessa. A mera profissão de cristianismo nada é à vista de Deus; mas a obediência humilde, voluntária, verdadeira a todos Seus reclamos designam os filhos de Sua adoção, receptores de Sua graça, participantes de Sua grandiosa salvação. Eles serão peculiares, um “espetáculo ao mundo, aos anjos e aos homens”. 1 Coríntios 4:9. Seu caráter especial e santo será perceptível e os separará distintamente do mundo, de suas afeições e concupiscências (Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p. 441).

Todos quantos entram em concerto com Jesus Cristo se tornam, por adoção, filhos de Deus. São purificados pelo poder regenerador da Palavra, e são comissionados anjos para os servir. São batizados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Comprometem-se a tornar-se membros ativos de Sua Igreja na Terra. Devem estar mortos para todos os acenos dos desejos mundanos; na conversação e na piedade, porém, devem, mediante a santificação do Espírito, exercer viva influência a favor de Deus (Filhos e Filhas de Deus, [MM 1956], p. 15).

Os que são adotados na família de Deus são transformados pelo Seu Espírito. A condescendência consigo mesmo e o supremo amor do próprio eu, transformam-se em abnegação e supremo amor a Deus. Homem algum herda a santidade como direito de primogenitura, nem pode, por quaisquer métodos que planeje, tornar-Se leal a Deus. "Sem Mim", diz Cristo, "nada podeis fazer." João 15:5. A justiça humana é qual "trapos de imundícia". Mas com Deus todas as coisas são possíveis. Na força do Redentor, o fraco e erradio homem pode tornar-Se mais que vencedor do mal que o rodeia (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 310).

Se há alguém que devia ser continuamente agradecido, é o seguidor de Cristo. Se há alguém que frua felicidade real, mesmo nesta vida, é o fiel cristão. ... Se apreciamos ou temos qualquer senso de quão cara foi comprada nossa salvação, tudo quanto chamamos sacrifício perderá todo significado (Nossa Alta Vocação, [MM 1962], p. 199).


Notas de André Areia Santos

Parágrafo 1- Ser filho de Deus é uma promessa, não uma condição natural. Além disso ser chamado filho de Deus é condicional. É necessário ser obediente para se tornar um filho de Deus, e detalhe, por adoção.


Parágrafo 3- Por nós mesmos não conseguimos alcançar o alto padrão de Deus com relação à perfeição cristã, mas sabemos que para Deus não há impossíveis, principalmente quando se trata sobre a vitória sobre o pecado ainda nesta vida.
Parágrafo 4- Ser cristão é ser feliz. Mas infelizmente essa não é a realidade na prática, pelo menos na maioria dos professos seguidores de Cristo.

Quinta, 17 de agosto: Por que voltar à escravidão? (Gl 4:8-20)

A maneira como Paulo viveu entre os gálatas foi tal que ele pôde afirmar mas tarde: "Rogo-vos que sejais como eu." Gál. 4:12. Seus lábios tinham sido tocados com a brasa viva do altar, e ele foi habilitado a sobrepor-se às fraquezas do corpo e a apresentar a Jesus como a única esperança do pecador. Os que o ouviam sabiam que ele havia estado com Jesus. Assistido com o poder do alto, estava capacitado a comparar as coisas espirituais com as espirituais e a demolir as fortalezas de Satanás. Corações eram quebrantados ao apresentar ele o amor de Deus como revelado no sacrifício de Seu único Filho, e muitos eram levados a perguntar: Que devo fazer para salvar-me?
Este método de apresentar o evangelho caracterizou o trabalho do apóstolo através de seu ministério entre os gentios. Conservava sempre diante deles a cruz do Calvário. "Não nos pregamos a nós mesmos", declarou ele depois de anos em sua experiência, "mas a Cristo Jesus, o Senhor; e nós mesmos somos vossos servos por amor de Jesus. Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo." II Cor. 4:5 e 6 (Atos dos Apóstolos, p. 208, 209).

A pureza e a sanidade de nossa vida religiosa não dependem apenas da verdade que aceitamos, mas da companhia que mantemos, e da atmosfera moral que respiramos. Fé, elasticidade e vigor, esperança, alegria; dúvidas e temores, indolência, estupidez, inveja, ciúmes, desconfianças, egoísmo, mau humor e apostasia, são resultado de associações que formamos, de companhias que mantemos e do ar que respiramos.
A condescendência com más associações terá seus funestos resultados. ... Pode ser lida a Bíblia e feita oração, todavia não haverá proveito na saúde espiritual, nem crescimento na alma, enquanto o ar que respirarmos for mau. ... Os crentes devem ter o máximo cuidado em pôr-se em ligação com Deus e com os que são por Ele ensinados. É doloroso ver os que criam na verdade presente entrando na rede de Satanás (Nossa Alta Vocação, [MM 1962], p. 253).

Todos são sujeitos a errar; por isso a Palavra de Deus nos diz claramente como corrigir e curar esses erros. Ninguém pode dizer que jamais erra, que em tempo algum pecou; mas é importante considerar que providência tomamos com esses erros. O apóstolo Paulo cometeu erros graves, pensando sempre que estava fazendo o serviço de Deus; mas quando o Espírito do Senhor lhe apresentou o caso em sua verdadeira luz, confessou seu erro, e depois reconheceu a grande misericórdia de Deus em perdoar-lhe a transgressão. Vós também podereis ter cometido erros, pensando estardes perfeitamente certos; quando, porém, o tempo vos revela o erro, é então vosso dever humilhar o coração e confessar vosso pecado. ...
Seja qual for a espécie de vosso pecado, confessai-o. Se for contra Deus apenas, confessai-o a Ele só. Se cometestes algum erro ou ofensa contra outros, confessai-o a eles, e a bênção do Senhor repousará sobre vós. Desta maneira morreis para vós mesmos, e Cristo é formado em vós [Gál. 4:19]. ...
Quando, sob as tentações de Satanás, os homens caem em erro, e suas palavras e conduta não são cristãos, podem não reconhecer sua situação, pois que o pecado é enganoso, e tende a amortecer as percepções morais. Mas mediante o exame próprio, o estudo das Escrituras e humilde oração, eles, pelo auxílio do Espírito Santo, serão habilitados a reconhecer seu erro. Se então confessam seus pecados e volvem costas a eles, o tentador já não lhes aparecerá como anjo de luz, mas sim como enganador. ...
Os que reconhecem a repreensão e correção como vindas de Deus, tornando-se assim habilitados a ver e corrigir seus erros, aprendem lições preciosas, mesmo de seus erros. Sua aparente derrota transforma-se em vitória. Resistem, não porque confiem em suas próprias forças, mas no poder de Deus. Possuem eles fervor, zelo e afeição, unidos à humildade, e presididos pelos preceitos da Palavra de Deus. ... O Senhor pode ensinar-lhes Sua vontade. ... Não andam cambaleantes, mas firmes, num caminho em que incide a luz do Céu (Para Conhecê-Lo, [MM 1965], p. 239).

Sexta, 18 de agosto: Leitura adicional
Para Conhecê-Lo, [MM, 1965], "A Deus Seja a Glória", p. 126


sexta-feira, 20 de maio de 2016

SALVAR DO PECADO, NÃO EM PECADO!


Ellen G. White, profetisa confirmada da Igreja Adventista do Sétimo Dia, foi instruída a nos dizer o seguinte:

A promessa do Salvador é dada sob a condição. “Se Me amardes”, diz, “guardareis os Meus *mandamentos”. João 14:15. Ele salva os homens, não em pecado, mas do pecado; e os que O amam manifestarão seu amor pela obediência.
Toda a verdadeira obediência vem do coração. Deste procedia também a de Cristo. E se consentirmos, Ele por tal forma Se identificará com os nossos pensamentos e ideais, dirigirá nosso coração e espírito em tanta conformidade com o Seu querer, que, obedecendo-Lhe, não estaremos senão seguindo nossos próprios impulsos. A vontade, refinada, santificada, encontrará seu mais elevado deleite em fazer o Seu serviço. Quando conhecermos a Deus como nos é dado o privilégio de O conhecer, nossa vida será de contínua obediência. Mediante o apreço do caráter de Cristo, por meio da comunhão com Deus, o pecado se nos tornará aborrecível.

Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, 472
Os verdadeiros servos se apegarão à belíssima promessa registrada em Apocalipse 2:7: "Quem tem ouvidos, compreenda o que o Espírito declara às igrejas: 'Ao vencedor darei o direito de comer da árvore da vida, que está no paraíso de Deus'"..

Que a graça e a paz de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos.

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terça-feira, 17 de maio de 2016

4 RAZÕES PODEROSAS PARA SE TORNAR VEGETARIANO

Existem muito mais de 4 razões para o vegetarianismo, mas só estas razões já podem conscientizar-nos do grande problema que é o consumo de carne animal para todos.

Por que o vegetarianismo está crescendo tanto no mundo?

Por que é ético ser vegetariano ?

Por que preservamos a natureza e biodiversidade sendo vegetarianos ?

Por que fisicamente é melhor para o corpo ?

Por que nos ajuda espiritualmente ?

Todas essas perguntas são respondidas no vídeo abaixo, não deixe de ver, pois pode mudar seus paradigmas atuais.




Ellen G. White, profetisa confirmada da Igreja Adventista do Sétimo Dia, já falou sobre os malefícios do alimento cárneo há mais de 100 anos. Isso está documentado na obra Conselhos Sobre o Regime Alimentar, de sua autoria.

Os que usam carne menosprezam todas as advertências que Deus tem dado relativamente a esta questão. Não possuem nenhuma prova de estar andando em veredas seguras. Não têm a mínima desculpa quanto a comer a carne de animais mortos. A maldição de Deus repousa sobre a criação animal. Muitas vezes, ao ser comida, a carnedeteriora-se no estômago, e cria doença. Câncer, tumores e moléstias do pulmão são em grande escala produzidos por comer carne. — Pacific Union Recorder, 9 de Outubro de1902.

Oh! se cada pessoa pudesse discernir essas questões como me foram reveladas, os que agora são tão descuidosos, tão indiferentes à formação de seu caráter; os que imploram condescendência num regime cárneo, nunca abririam os lábios em justificação do apetite quanto à carne de animais mortos. Tal regime contamina o sangue em suas veias, e estimula as paixões animais inferiores. Enfraquece a viva percepção e o vigor do pensamento para a compreensão de Deus e da verdade, e o conhecimento de si mesmos. — Manuscrito 3, 1897.

Que a graça e a paz de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos.

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QUANDO O INJURIAVAM, NÃO INJURIAVA


Pois Ele, quando ultrajado, não revidava com ultraje; quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-Se àquele que julga retamente. 1 Pedro 2:23. 

Quantas vezes achamos que fomos tratados injustamente, que disseram falsidades a nosso respeito, e que fomos colocados numa falsa luz diante dos outros! Quando assim somos provados, precisamos guardar estritamente nosso espírito e nossas palavras. Precisamos ter o amor de Cristo, a fim de não nutrirmos um espírito irreconciliável. Não sintamos que, se os que nos ofenderam não confessarem seus erros, estamos justificados em lhes negar o perdão. Não devemos acumular nossas ofensas, conservando-as no coração até que a pessoa que julgamos culpada se haja humilhado pelo arrependimento e a confissão. ... Por mais dolorosamente que nos hajam ofendido, não devemos acariciar esses agravos e compadecer-nos de nós mesmos por causa das ofensas sofridas, mas, como esperamos ser perdoados pelas ofensas que cometemos contra Deus, assim precisamos perdoar os que nos fizeram mal ... 

Quando somos injuriados, quão forte a tentação de injuriar em troca! Mas assim fazendo, mostramo-nos tão maus como o ofensor. Quando tentados a proceder assim, enviem a Deus uma oração silenciosa, para que lhes dê Sua graça e mantenha silenciosa a língua, seus lábios livres de engano. ... 

Jesus nos deu um exemplo para que Lhe seguíssemos os passos, e manifestássemos compaixão e amor e boa vontade para com todos. Cultivemos um bom espírito — o espírito de paciência, de terno e compassivo amor para com aqueles que, sob tentação, nos fizeram ofensivas injustiças. Se possível, curemos essas feridas, e cerremos a porta da tentação removendo toda barreira erguida pelo ofensor entre ele e nós. ... O Senhor Se compraz em conceder Suas bênçãos sobre os que O honrarem, que Lhe reconhecerem a misericórdia, e mostrarem que apreciam o amor que lhes tem, manifestando as mesmas benignas características para com os que os rodeiam.

Ellen G. White, Filhos e Filhas de Deus, 
Meditação Matinal, 17 de maio de 1956

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segunda-feira, 16 de maio de 2016

PERFEIÇÃO ATRAVÉS DOS MÉRITOS DE CRISTO

 
Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste. Mat. 5:48.

Cristo nos apresenta a mais alta perfeição de caráter cristão que devemos ter em mira através da existência. ... Quanto a essa perfeição, Paulo escreve: "Não que já a tenha alcançado ou que seja perfeito; mas prossigo para alcançar aquilo para o que fui também preso por Cristo Jesus. ... Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus ..." Filip. 3:12-15.

Como podemos nós alcançar a perfeição especificada por nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo - nosso Grande Mestre? Podemos nós satisfazer-Lhe as reivindicações, e atingir tão elevada norma? Podemos, sim, do contrário Cristo não nos haveria ordenado assim fazer. Ele é nossa justiça. Em Sua humanidade, foi adiante de nós, e operou por nós a perfeição de caráter. Devemos ter nEle a fé que opera por amor e purifica o coração. A perfeição de caráter baseia-se no que Cristo é para nós. Se confiamos continuamente nos méritos de nosso Salvador, e andamos em Seus passos, seremos semelhantes a Ele, puros e incontaminados.

Nosso Salvador não requer impossibilidades de pessoa alguma. Ele não espera de Seus discípulos coisa alguma para cuja realização não esteja disposto a conceder-lhes graça e força. Não os chamaria a ser perfeitos, caso não dispusesse de toda perfeição e graça para conceder àqueles a quem conferisse tão alto e santo privilégio. Garantiu-nos que está mais disposto a dar o Espírito Santo aos que O pedem, do que os pais a darem boas dádivas a seus filhos.

Nossa obra é esforçar-nos para atingir, em nossa esfera, a perfeição que Cristo atingiu em todos os aspectos do caráter. Ele é nosso exemplo. Devemos esforçar-nos para honrar a Deus no caráter. Faltando dia a dia tanto no que respeita às exigências do Senhor, estamos pondo em perigo a nossa salvação. Necessitamos compreender e apreciar o privilégio que Cristo nos concedeu, e mostrar determinação de alcançar a mais elevada norma. Importa sermos de todo dependentes do poder que Ele nos prometeu. 

Ellen G. White, Para Conhecê-Lo, 
Meditação Matinal, 4 de maio de 1965

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domingo, 26 de julho de 2015

COMENTÁRIOS DA LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA - LIÇÃO 5 - 26 de Julho


"Daniel propôs no seu coração não se contaminar com a porção das iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; portanto pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não se contaminar". Daniel 1:8

Para Deus os fins não justificam os meios.

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Domingo, 26 de Julho

"Daniel não era mais que um jovem ao ser levado cativo para a Babilônia. Tinha cerca de quinze ou dezesseis anos de idade, pois é chamado menino, o que significa que estava em sua juventude. Por que se recusou Daniel a comer à requintada mesa do rei? Por que rejeitou o uso do vinho como bebida, quando este era por ordem do rei colocado diante dele? Ele sabia que, mediante o costume, o vinho se lhe tornaria algo agradável, e preferível à água.

Daniel poderia ter argumentado que, à mesa do rei e por sua ordem, não havia para ele outra atitude a seguir. Mas ele e seus companheiros reuniram-se em conselho. ... O vinho, em si, era uma armadilha. Estavam familiarizados com a história de Nadabe e Abiú que lhes viera nos pergaminhos. Naqueles homens, o uso do vinho havia estimulado o amor à bebida. Bebiam vinho antes de seus sagrados serviços no santuário. Seus sentidos ficavam confusos. Não conseguiam distinguir entre o fogo sagrado e o comum. Na embotada condição de seu cérebro, fizeram o que o Senhor recomendara não fizessem os que serviam no santo ofício. ...

A instrução dada ao povo fora cuidadosamente entesourada, e muitas vezes composta em forma de cânticos e ensinada aos filhos, para que mediante esses cânticos se familiarizassem com as verdades. ...

Uma segunda consideração acerca desses jovens cativos é que o rei sempre pedia uma bênção antes das refeições, e se dirigia aos seus ídolos como deuses. Ele separava uma porção de sua comida e também uma porção de seu vinho para oferecer aos ídolos aos quais adorava. De acordo com sua instrução religiosa, consagrava tudo ao deus pagão. Sentar-se à mesa onde era praticada tal idolatria, julgavam Daniel e seus três irmãos, seria desonrar ao Deus do Céu. Aqueles quatro jovens decidiram que não se sentariam à mesa do rei, para comer o alimento ali colocado nem participariam do vinho, oferecido aos deuses... Não havia presunção nesses jovens, mas amor firme pela verdade e pela justiça. Eles não escolheram ser diferentes, mas precisaram ser, para que se não corrompessem seus caminhos nas cortes de Babilônia".

Manuscript 122, 10 de março de 1897

"Que seria, se Daniel e seus companheiros se tivessem comprometido com aqueles funcionários pagãos, e tivessem cedido à pressão do momento, comendo e bebendo como era costumeiro entre os babilônios? Esse único exemplo de desvio do princípio ter-lhes-ia enfraquecido o senso da justiça e sua aversão ao mal. A condescendência com o apetite teria implicado no sacrifício do vigor físico, da clareza do intelecto e do poder espiritual. Um só passo errado, provavelmente teria levado a outros, até que, cortada sua ligação com o Céu, tivessem sido arrebatados pela tentação. ...

A vida de Daniel é uma ilustração inspirada do que constitui um caráter santificado. A santificação bíblica tem que ver com o homem todo. ... É impossível as pessoas apreciarem as bênçãos da santificação enquanto são egoístas e glutonas. Essas gemem sob um fardo de enfermidades, por causa dos maus hábitos no comer e beber, os quais fazem violência às leis da vida e da saúde. Muitos estão debilitando seus órgãos digestivos ao condescenderem com o apetite pervertido. O poder da constituição humana para resistir os abusos que se lhe impõem é maravilhoso; mas os persistentes maus hábitos no excessivo comer e beber enfraquecerão cada função do corpo. Fazei com que esses fracos considerem o que poderiam ter sido, tivessem eles vivido temperantemente e promovido a saúde, em lugar de abusar dela. Ao condescenderem com o apetite e as paixões pervertidos, até os professos cristãos frustram a natureza em sua obra e reduzem o poder físico, mental e moral. Alguns que estão fazendo isso, pretendem estar santificados para Deus; mas tal pretensão é sem fundamento. ..."

Conselhos Sobre Saúde, p. 66

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